Esta seção do blog é dedicada as minhas gravuras e ilustrações, tanto as publicadas como as inéditas. Como ilustrador, busco seguir um estilo livre de desenho.
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Desenho feito com giz de cera, representando o personagem religioso Finado Gregório
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Versão colorida virtualmente e versão original P&B da gravura "Arcanjo Rafael e sua bênção"
A ilustração foi feita com lápis e caneta |
CHARGES
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"Crise". Charge publicada no jornal "O Gancho" (Teresina, Piauí) |
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"Sem diploma", charge publicada no Jornal "O Gancho" (Teresina, Piauí) |
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"Conexão", charge publicada no Jornal "O Gancho" (Teresina, Piauí) |
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"Conexão", charge publicada no Jornal "O Gancho" (Teresina, Piauí) |
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SÉRIE "BESTIÁRIO" (MITOS E LENDAS)
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"A Big Loira" |
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"Cabeça-de-cuia" |
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"Capelobo" |
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"Curupira"
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Montagem com a ilustração do Curupira |
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"Iara" |
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"Lobisomem" |
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"Lobreu" |
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"Mãozinha-preta" |
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"Miridan" |
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"Mulher-de-branco" |
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"Num-se-pode" |
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"Gritador" |
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"Peba-João" |
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"Pé-de-Anjo" |
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"Pé-de-Garrafa" |
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"Pinto-pelado" |
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"Porca-do-dente-de-ouro" |
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"Saci-Pererê" |
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"Velho-do-Saco" |
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"Velha-do-peito-só" |
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"Zamba" |
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"Zabelê" |
SÉRIE "ROQUE MOREIRA"
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"Radialista com aplificador na praça" |
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"Radialista Roque Moreira" |
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"Música e lembranças da mãe" |
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"Navio cargueiro" |
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"Viagem para a praia" |
SÉRIE "MITOLOGIA"
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"Deusa Diana" (mitologia romana) |
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"Deusa Flora" (mitologia romana) |
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"Deus Marte" (mitologia romana) |
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"Deus Pã" (mitologia greco-romana) |
SÉRIE BRUXAS E MAGOS
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"Bruxinha do Amor" |
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"Ritual do Mago" |
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"Exorcismo da Bruxa" |
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"Mago lendo" |
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"Dança mágica" |
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"Mago" |
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"Dúvida mágica" |
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"Vassoura" |
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"Grimório" |
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"Bastão Mágico" |
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"Caldeirão" |
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"Poção" |
DIVINDADES
DIVINDADES DIGITALIZADAS
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Isis |
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Janus |
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Netuno |
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Isis |
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Robigus |
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Deusa Hybla |
GRAVURAS ALEATÓRIAS
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Ilustração "Fantasma de Betina", representando prostituta
do poema de cordel "Cabaré dos Mortos"
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"Estrela" |
O termo naïf vem do latim e quer dizer nativus, aquilo que é natural. Este movimento artístico é sinônimo de arte ingênua, original, popular, instintiva. A tradução da palavra naïf em francês é ingênuo. No Brasil, este movimento cresceu a partir de 1937, com os pintores Heitor dos Prazeres, Cardosinho e Chico da Silva. Na França, Henri Rousseau é considerado o primeiro dos naïfs modernos...
...A arte naïf brasileira reflete o país tropical, generoso em sua vegetação e diversidade cultural entre as regiões e o povo que o compõe, fazendo com que ela tenha um lugar de destaque no cenário mundial...
...O artista naïf é livre para expor sua criatividade da forma como lhe convenha. Acredita-se que esta técnica foi usada pelos homens das cavernas, que expressavam livremente o que observavam no seu cotidiano, através das pinturas na parede. O pintor coloca na tela o que sente, sem se preocupar se os traços estão perfeitos, pois não observa padrões eruditos, o que faz com que a obra seja autêntica, natural e fale por si só. Ao olhar para uma tela naïf, tem-se a sensação de entrar em contato com a criança interior que existe em cada um de nós. O trabalho também se caracteriza pelo autodidatismo e pelo uso de técnicas rudimentares adquiridas de forma empírica, com liberdade de criação e clara ausência de aspectos formais de composição, perspectiva e reprodução real de cores. Para os especialistas no assunto, é uma pintura individual e apresenta criações únicas e originais, transcendendo aquilo que conhecemos como arte popular.
O poder de comunicação direta de uma tela naïf com o público é muito grande e isto se deve tanto à simplicidade pictórica, quanto aos temas recorrentes, como o folclore, a religião, o universo onírico e lúdico. Nas obras dos pintores brasileiros são usadas representações do futebol, carnaval, festas populares, galos, tatus, faisões, crianças empinando pipas, circos, noivas, entre outras.
Trata-se de uma arte predominantemente alegre, rica em cores vibrantes, variada em detalhes devido à riqueza de elementos que retratam nosso país. Nas telas brasileiras encontra-se a vida do nosso povo, expressada por pintores de todas as classes sociais, que usam da criatividade para achar soluções e executar seus trabalhos.