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sábado, 3 de setembro de 2011

domingo, 14 de agosto de 2011

Cabaré dos Mortos

Cordel nada encantado
Um dos meus escritos bem humorados do tempo em que eu ainda estava no ensino médio.

Sei que posso parecer
Imoral e meio grosso
Mas tô a fim de escrever
Sobre esse caso escabroso
De um lugar, pra conhecer
E ver como é assombroso

Se você é um daqueles
Que gosta de farrear
Escute bem essa história
Que agora vou narrar
De criaturas e seres
Almas tontas a penar

Vou contar para vocês
A história de um cabaré
Um lugar bem diferente
Cujo dono era o Zezé
Tinha moça nova e “veia”
Pra dançar arrastar pé

Nesse velho lugar, tinha
Muita coisa indecente
Homem tarado que vinha
Rumo à mulher saliente
Tinha velha e novinha
Com o tabaco ardente

As raparigas vaidosas,
Futricavam calmamente
Arrumadas e formosas
Davam até pra parente
Depois de puxarem prosas
Botavam peito pra frente

A quenga chefe, Betina
Tinha o cabelo longo
O pé, sempre com botina
Leque contra pernilongo
Tinha cliente da China
Da Europa e até do Congo

Escondia o seu corpinho
Por detrás de uma cortina
Pois morava um diabinho,
Dentro da sua vagina
A catinga de um soinho
Como tu nem imagina

Pra pagar a quenga chefe
Só se aceitava cheque
Pra pagar as "quenga pobre"
Qualquer moeda de cobre
Com o povo de pileque
Safadeza ali se encobre

Betina vivia doente,
Sofria com a gonorreia
Sua vagina indecente
Já estava muito "véa"
Enganava toda a gente
Dizendo: - É minha estreia!

Além de ser maltratado,
Era sujo o seu tabaco
Raramente era lavado
Catingoso igual macaco
Era feio e engelhado
Cheiro podi, nada fraco

O priquito de Betina
Já estava corroído
Doença da cafetina
Matou até seu marido
Que cheirou sua vagina
E morreu, doido varrido 

Betina era malvada
Passou a praga pra frente
Com sua precheca assada
Matou um montão de gente
Velha puta depravada
Nem sequer remorço sente

A tal doença maldita
Se tornou um caso sério
Quem ia pro Cabaré
Cometer seu adultério
Deitava com a tal mulher
Parava no cemitério

O lugar, já assombrado
Com tanta gente morrendo
Todo mundo amedrontado
Com tanto grito agourento
Do "isprito" endiabrado
E esposo, morto, sofrendo

Para cada alma torta
Que chegava a sucumbir
Betina, pouco se importa
Era uma carniça, ali
Pau da clientela, corta
E começava a sorrir

Cada um que ia morrendo
Aumentava o comentário
Tanta alma aparecendo.
E era triste o cenário
Para quem não tava vendo
O mundo além, ao contrário

Na verdade, os fantasmas
Estavam se divertindo
Entre sombras e miasmas
Novo cabaré surgindo
Pessoas ficaram pasmas
Almas ficaram sorrindo

Quando Betina morreu
Os mortos se agitaram
Pois o Cabaré cresceu
E todos comemoraram
Ao inferno, ela desceu
Com o marido salafrário

Velho Cabaré dos Mortos
Tem de volta, a comandante
Quem morreu, com gonorréia,
Foi pra lá naquele instante
E então, foi a estreia
Festa e caveira dançante

Nenhum vivo, nesta terra
Visitou mais o local
Como um cenário de guerra,
Não restou tabaco ou pau
Betina, com todos ferra
Com o seu povo do umbral

Mesmo depois de morrer,
Betina não sossegou
Continua a aparecer
No lugar onde habitou
Fez, da maldade, o prazer
Com o priquito, torturou.

Fantasmas e assombrações
Fazem festa no lugar
Comandados por Betina,
Se preparam pra assustar
É tanta carnificina
Melhor nem imaginar!

Em noites de lua cheia
Muitos ouvem gargalhadas
Dizem que é do cabaré
O som das almas penadas.
São gemidos de mulher
Por homens, sendo gozadas

Hoje, ninguém sabe, ao certo
Se essa história é verdade
Mas o caso é bem antigo,
Dizem, os de mais idade
Eu mesmo não quero abrigo
Neste ponto da cidade

Dos mais jovens, todos sabem,
Alguns custam pra aceitar
Mais nenhum marmanjo ainda,
Se atreveu a comprovar
Morrem de medo das almas
Que assombram tal lugar

Hoje, com a modernidade
Não existe mais descrença
Todo mundo já conhece
Os perigos da doença
A prevenção, não esquece!
Isso faz a diferença

Não insista em arriscar
Procurando safadeza
Um problema de assombrar
Você terá, com certeza
Pegará uma doença
No cu, piroca ou cabeça

Pra você, quando morrer
Não morar com a tal Betina
Se proteja e cuide bem
Do seu pinto ou sua vagina
Na hora do vai e vem
É definida sua sina

Se você quer evitar,
Pegar essa maldição
Se previna com essa estória
Maluca, mas com lição
Lembre do que eu disse aqui
Fuja dessa atentação.

sábado, 28 de maio de 2011

Fim das Gravações em Parnaíba

O Fim de uma fase, mas ainda falta!

Finalmente, depois de tantas dificuldades, consegui concluir as gravações de cenas, entrevistas e imagens para o documentário "A Teia Pagã". E como o próprio nome sugere, a produção desse trabalho foi, ou melhor, está sendo um processo de muito envolvimento, onde criei uma teia de relacionamentos enriquecedores e fui tecendo lentamente todo o projeto.
Ainda há muito chão pela frente, mas aos poucos o trabalho caminha. A fase de produção se encerra com o fim das gravações, mas ainda falta a pós-produção, que requer muita dedicação e DINHEIRO... ah! dinherinho, fazes tanta falta... e os apoiadores ó... cadê eles mesmo? Ah! Lembrei, não há nenhum...rs. Só rindo mesmo dessa falta de incentivo, mas que é duro, isso é.

Parnaiba que adoro!

Ow cidade boa! Bonita, ventilada e casa da minha grande amiga e anfitriã Débora, que me aturou em sua residência por um final de semana inteiro, e foi minha companheira turística e figurante de algumas cenas. É ela a modelo da foto que estampará a capa do filme, olha aí como tá bonita ela segurando a Teia simbólica na praia da Pedra do Sal em Parnaíba. 


Durante a estadia em Parnaíba gravei entrevistas com Bruno, membro da Wicca, e com Wesley, estudioso de paganismo. A coleta de informações foi proveitosa. 

Bruno, pagão parnaibano

A decepção

Todo projeto tem que ter uma raiva, um imprevisto. Com essas gravações não foi diferente. Como muitos sabem, tinha planejado gravar uma entrevista em Piracuruca, mas me dei mal. Levei o bolo na última hora, quando a "bruxinha virtual" de Piracuruca me mandou uma mensagem (detalhe: via celular) dizendo que não poderia dar a entrevista naquele dia. Fui ler a droga da mensagem meia noite, quando fui colocar o celular pra carregar. A mensagem dizia mais ou menos assim:
"Não poderei dar entrevista amanhã, estou com dor de garganta"
Nessa hora falei:
"-Porraaaaaa.... casralheticuxfrasxtsisuxzéulda!!!!"
Por que diaxos num avisou antes, eu já tinha até comprado a passagem pra Piracuruca, aí vem avisar em cima da hora que não pode dar entrevista. Mas sabe como é, coisas de internet, um acontecimento que me ajudou a vivenciar na pele um lado ruim das relações virtuais, onde ninguém conhece ninguém, e ficou a lição, pra eu largar de ser besta. Mas toda experiência é válida, inclusive as experiências decepcionantes.

Coragem Rapá!

É meu povo, tô seguindo na luta, mesmo com poucos recursos, tô me desdobrando pra conseguir a verba de   edição. O processo de seleção de imagens, recortes e pós produção é muito trabalhoso, já foi iniciado e precisarei de muita determinação pra concluir tudo. Confesso que infelizmente ando meio desanimado, pois além de não ter muito apoio, ainda apareceu gente criticando essa produção, mas pra essas pessoas dou só meu desprezo, que é o que merecem. Para todos que estão me ajudando, com esses sim me importo, e a eles agradeço, aos entrevistados, amigos e incentivadores morais. Melhor devagar do que parado, pois devagar se vai ao longe! (clichê...mas é o que veio na cabeça ora bolas).... tchau, cansei de bla bla blá e vou descansar....

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Diário de Bordo: Gravações em Paulistana

Na terça-feira passada (05) viajei rumo a cidade de Paulistana, ao sul do Piauí, um município com 17.859 habitantes, localizada no sertão piauiense, a 450km da capital Teresina. Paulistana é longe pra caramba, fica quase em Pernambuco!

Foram oito horas de viagem, tudo isso para a gravação de parte do meu documentário sobre paganismo e internet no Piauí. Para produzir esse documentário gravarei em seis municípios piauienses, e escolhi Paulistana para ser a primeira das cidades visitadas. Pretendo concluir o doc no máximo até maio, mas até lá creio que ainda tenho muitas aventuras a vivenciar. A seguir, compartilho com você um pouco do que vivi nessa primeira viagem de gravação do documentário.

CHEGANDO EM PAULISTANA

Saí de Teresina às 18:01h e só cheguei em Paulistana por volta de 02:20 da madrugada. A cidade estava deserta, e a chuva engrossava cada vez mais. A rodoviária de Paulistana era a última parada e lá, desceu apenas um casal comigo. 
O ônibus parou em frente ao Terminal Rodoviário Carleuza Cavalcanti, inaugurado em setembro de 1992, deixou os poucos passageiros e partiu. 

Lá estava frio, corri em direção da rodoviária e vi tudo escuro, como se estivesse abandonada, apenas três lâmpadas da frente estavam acesas. Logo perguntei ao casal se a rodoviária não funcionava durante a noite. A mulher olhou para mim com uma cara de surpresa e depois deu um leve sorriso, disse: 
" Meu filho, cê né daqui não, né? Essa rodoviária não funciona nem de noite e nem de dia!"
Eu, que não conhecia nada por ali, disse surpreso:
"Como assim?"
O homem que acompanhava a senhora (acho que era esposo) disse:
"Esse lugar está abandonado há uns dois anos, os ônibus apenas passam por aqui, mas já deixou de funcionar há algum tempo. Agora é uma rodoviária fantasma!"

Eu já estava bem cansado da viagem, estava receoso por não conhecer nada na cidade e ainda teria de ficar preso naquela rodoviária fantasma, porque a chuva estava bem forte e nem que quisesse poderia sair caminhando dali em busca de hotel. 

NOITE NA RODOVIÁRIA

Conversando com o casal que desceu do ônibus comigo, me deram a notícia de que todos os poucos hotéis e pousadas da cidade estavam ocupados, por conta dos funcionários que trabalham nas obras da ferrovia Transnordestina.

O melhor mesmo seria me conformar e ficar por ali, naquela rodoviária abandonada. Pelo menos tinham duas pessoas me fazendo companhia. Mas ao passar de uns 25 minutos, parou um carro em frente a rodoviária, buzinou e o motorista acenou para o casal, que entrou no veículo. Ao ver isso, disse para mim mesmo:

"Agora pronto, tô lascado de vez... meus deuses! Tô sozinho aqui nesse lugar escuro e sinistro, nessa chuva fria da desgrama, tomara pelo menos que aqui não tenha meliante"

Exatamente naquela noite fria, naquele lugar nada convidativo e desconhecido para mim, me vi diante de uma situação que deixaria muitos apavorados, e até eu confesso que fiquei um pouco assustado com o que estava acontecendo, mas tentei ver tudo com um outro olhar, assumi meu espírito aventureiro e depois de uns minutos refletindo sobre o que acontecia, comecei a gargalhar sozinho, apenas com a companhia das paredes sujas daquele lugar, que devolviam meus risos sob forma de eco.

Pensando bem, a rodoviária foi um ótimo lugar pra ficar, afinal, não tinha nenhum hotel vago em Paulistana, nem mesmo havia moto taxis para que eu buscasse um hotel naquela madrugada. Além disso eu não poderia incomodar minha entrevistada pedindo abrigo, fazendo ela sair na chuva, às 3:00 da madrugada. Toda a cidade já dormia, apenas eu assombrava o terminal abandonado, coberto e encapuzado com meu manto de cetim branco, que me serviu de agasalho contra o frio. 

Depois que o casal foi embora, coloquei meu manto e comecei a passear dentro da rodoviária, parecendo uma assombração, mas eu estava buscando apenas uma das salas vazias na qual eu pudesse colocar a minha mochila e passar a noite em segurança. 

A rodoviária não tinha nem mesmo um vigia e a sorte é que a maioria dos aposentos tinham portas que estavam abertas. Entrei em uma salinha onde funcionava um antigo salão da rodoviária, soube disso porque lá ainda tinha o nome do salão pintado nas paredes.

Pois bem, assim que coloquei a mochila no chão, um raio cortou o céu e iluminou a noite por um segundo, em compensação, a energia foi passear por algum tempo, deve ter sido o susto com o raio..rsrs
Naquela noite escura, a chuva fria de pingos grossos caía sobre o velho teto de flande do terminal e provocava um barulho infernal. 

O cenário era perfeito para gravar um filme do Zé do Caixão. Os raios rasgavam o céu, os trovões pareciam sermões divinos contra a humanidade. Apenas o barulho da chuva e o vento gelado me faziam companhia. Dormir... seria maravilhoso, mas não consegui. Peguei uma cadeira de madeira que estava na frente da rodoviária, a levei para o quarto e fiquei sentado nela. De vez em quando, ao ouvir um barulho estranho, me levantava pra ver o que era. Às vezes os barulhos lá eram tão esquisitos que eu fazia era me esconder mais. 

Foi assim a noite toda, tudo parecia interminável. A chuva não acabava nem ficava fraca. O tempo parecia ter congelado, assim como eu. A cada minuto que passava eu comemorava, ansioso pelo momento em que saudaria o sol no horizonte.

Solitário, após a longa noite na rodoviária, comecei a ouvir os pássaros cantarem, a chuva começava a dar uma trégua e os tons do céu se tornavam mais avermelhados. O sol estava chegando, mas apenas às 5:45 deu para ver o astro rei no horizonte. Dei vivas ao Deus Apolo e agradeci aos meus guardiões pela noite em segurança naquele "hotel" improvisado.

AMANHECER

É, depois daquela noite naquele lugar me senti feliz por estar vivo, e ainda estava bem disposto. Não posso dizer que acordei disposto porque não dormi, mas pelo menos amanheci disposto a dar o melhor de mim para que as gravações ficassem perfeitas. 

Antes de qualquer coisa procurei um lugar onde eu poderia comprar as passagens de volta para Teresina, mas depois de andar de um lugar pra outro por cerca de uma hora e ninguém me dar nenhuma informação consistente, resolvi procurar depois, porque estava cedo demais e eu tinha que comer algo. Como estava pertinho da rodoviária, voltei lá pra fazer xixi, aquele banheiro me dava náuseas, uma imundície só, mas era melhor que sujar as ruas. 

Paulistana é bem pequena, dá para andar tudo a pé, mas é bem bonitinha, com duas igrejinhas e praças típicas de uma cidade interiorana. O dia amanheceu e eu estava com fome. Procurei um lugar pra lanchar, comi bolo frito e tomei um café preto sem leite, mas para concluir meu lanche tive que disputá-lo com as muitas moscas que voavam no local. 

GRAVANDO

Depois de "encher o bucho", como se fala por aqui, saí caminhando pelas ruas da cidade e captando imagens para o documentário. Alguns transeuntes me olhavam estranhando o fato de eu estar filmando a cidade, ainda mais tão cedo da manhã. 

Depois de captar as imagens que queria e explorar um pouco a cidade, fui em busca da casa da minha entrevistada, uma simpática bruxa solitária, dona de um salão de beleza em Paulistana.

Gravamos em muitos pontos de Paulistana, no açude Ingazeiras, na igreja de Nossa Senhora dos Humildes, nas praças e em outros locais. A cidade tem paisagens encantadoras e o açude, apesar de criado artificialmente a partir de um desvio, é belíssimo.

Uma das partes mais engraçadas da gravação foi quando minha entrevistada se vestiu de bruxa e saiu andando pelas ruas de Paulistana, a gravação dessa cena atraiu a atenção de quem passava pela praça da igreja principal. Uns olhavam, colocavam a mão na boca como sinal de espanto, outros apenas sorriam, e outros balançavam a cabeça como se estivessem negando algo, só não sei o que era... rs

Terminei as gravações e a coleta de depoimentos por volta das 12:47h, e iria almoçar na casa da simpática bruxa Cida, mas logo recebi a informação de que o ônibus para Teresina só passava duas vezes por dia, por volta daquele horário ou cerca de 20:00h. Como não queria esperar até as 20:00h, me despedi de Cida e de sua assistente, a prestativa e alegre "Preta", que ajudou a gente nas gravações. 

RETORNANDO PARA CASA

Saí correndo em direção a BR onde me disseram que o onibus passava. Fui perguntando do pessoal pra saber onde exatamente o ônibus passava e finalmente encontrei um ponto de venda de passagens, dessa vez estava aberto. 

Me informei com os vendedores e recebi a péssima notícia de que teria de esperar até as 14:00h para pegar meu ônibus até Teresina, mas comprei a passagem logo, porque poderia ser bem pior, ao menos eu voltaria para casa no mesmo dia. Além disso eu já estava lá mesmo, preferi aproveitar e comprar a passagem, era o ônibus que ia demorar menos, apesar de ser a empresa mais cara e desconfortável. 

Fiquei esperando, "bêbinho de sono", comprei uma coca cola pra refrescar o calor e tentei me manter acordado. O ônibus se atrasou e só veio chegar lá às 14:45, entrei nele como se estivesse entrando em um quarto de hotel de luxo, mas na verdade aquele veículo era uma lástima. 

A viagem foi longa, desconfortável, quente e enfadonha, mas enfim cheguei em Teresina por volta das 23:00. Aqui estava chovendo, peguei um moto taxi na chuva mesmo e, ao chegar em casa, tomei um banho demorado pra tirar toda a sujeira. Caí na cama e só fui acordar meio dia... hehe, o que posso dizer é que todo o esforço até agora valeu à pena, porque estou satisfeito com as imagens que colhi em Paulistana. 

Nas próximas semanas viajo em mais uma aventura, dessa vez as cidades serão Piracuruca e Parnaíba, ao norte do estado. Todas as novidades posto por aqui assim que puder! Se você torce por mim, obrigado! agradeço muito todas as energias boas que me ajudam a ter forças e concluir esses projetos. Agradeço aos e-mails de incentivo, boa sorte e amizade, apesar de não ter tempo para responder todos com prontidão, saibam que fico muito feliz pela força! Abraços e até a próxima!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Envelhecendo

Sabe aqueles trabalhos complicados da universidade que consomem até a sua alma? Pois é, nessa semana fiz mais um desses, mas acho que o resultado ficou legal. O objetivo era criar um programa de TV e divulgá-lo com propagandas criativas e outras ferramentas de marketing.
Meu grupo elaborou um programa voltado para a terceira idade, chamado "Melhor Idade". Eu incorporei o personagem e como sempre paguei um mico básico. Tive que "envelhecer" pra gravar um vídeo de apresentação do programa fictício e também para tirar as fotos do outdoor fictício.

Acima, a foto do outdoor fictício, nas mãos, uma pílula de viagra. Na tela da tv, o logo do programa, ou seja, o velhinho (eu) teria mais uma opção de lazer ...rs

Abaixo, o vídeo que gravamos para um comercial de tv fictício. A ideia é mostrar um velhinho radical... na verdade o velhinho (eu) não é tão velho assim, mas a intenção foi boa... rs



domingo, 14 de novembro de 2010

Show Cancelado

Fiquei bastante chateado porque o show da cantora Cláudia Simone, que seria realizado a partir das 19:00h dessa sexta feira (12) foi cancelado na última hora, por conta de problemas técnicos da própria UESPI. Nunca pensei que a falta de estrutura chegaria a tanto, a ponto de não ter energia pra uma apresentação.
A apresentação marcaria o encerramento da Semana de atividades em homenagem a Torquato Neto, e na noite também seria lançado o DVD "Literato Catadili". A Cláudia até prometeu me dar um exemplar do DVD, Eu ia entrevistá-la na noite, mas não houve show e, consequentemente, sem entrevista!
Alguns técnicos começaram a montar o palco e outros equipamentos, mas desistiram logo porque viram a precariedade da situação no local, com falta de luz e outras falhas técnicas. E como eu já tinha me arrumado todo, estava lá vendo um palco montado diante de mim, subi lá e comecei meu show...kkk... brincadeirinha!
Eu tirei só fotos mesmo dando uma de artista... kkk...
Perco o show mas não perco a piada (e nem a oportunidade de tirar fotos legais...kkk).

Uma mega estrutura
Um repórter frustrado e sem pauta em cima do palco
Glória a Deus irmãos! Isso não é um pastor!
Fui fingir que estava cantando, mas fiquei igual a um pastor pregando! kkk

Não deu Rock... nem samba... nem axé... só o som dos grilos! cri... cri... cri...
Dois pra lá, dois pra cá, com o dedinho para o ar, quero ver é todo mundo, requebrando sem parar! 
Que tosco!
Os fãs me repuxando... kkk... essa foto foi ideia da minha câmera girl! rs
Com a capa ficou melhor, agora não dá mais pra confundir com pastor! Tá mais pra Zé do Caixão!
Abestado querendo parecer um Vampiro na escadaria do palco esperando sua vítima!
Até o próximo foto show! kkk

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

"Serra Comedor"

Sim! Isso mesmo que você leu! Mas não fui eu quem disse! Foi ele mesmo, o próprio Serra! Um tropeço textual acabou transformando um trecho da fala do candidato José Serra (PSDB) em um dos assuntos mais comentados do dia na internet. Um recorte da fala de Serra virou piada por conta de sua dupla interpretação por parte de muitas pessoas, para entender melhor, assista ao trecho vídeo que gerou tanta polêmica.

domingo, 15 de agosto de 2010

Deus não é Surdo!

Gente, morri de rir com esse site. Um amigo me enviou o link e o site realmente mostra uma situação que incomoda a muita gente, a barulheira (em algumas) igrejas evangélicas. O banner é super criativo, e o site traz o relato de muita gente que sofre com esse problema, vale a pena conferir! 

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

"- Eu quero ser Famoso!" ...

... Foi exatamente isso que Lucas Brito determinou para si como um dos objetivos mais importantes de sua vida. E pelo visto está conseguindo! O estudante de letras, radialista, cerimonialista e blogueiro ficou conhecido em todo o Brasil pelos seus ensaios fotográficos no mínimo "exóticos". Nascido em Fortaleza e criado em Luzilândia (interior do Piauí), Lucas passou a ser amado por uns e odiados por outros, por conta da sua obcessiva busca pela fama. "Lucas Celebridade" já foi destaque em diversos programas nacionais e foi parar até no terceiro lugar entre os TT's (assuntos mais comentados) do Twitter. Na manhã dessa sexta-feira (13) o entrevistei para um vídeo e o questionei sobre várias polêmicas que o envolvem. Como o blogueiro ficou conhecido por seus ensaios bizarros, eu não poderia encontrá-lo sem fotografá-lo, por isso, aproveitei a ocasião para fazer uma série de fotos no estilo "sexta-feira treze", ficaram bem legais. A seguir, confira algumas fotos que fiz de Lucas e o vídeo com sua entrevista bombástica.

Abaixo, o vídeo com a entrevista que fiz com o polêmico Lucas
Elaine de Moura, Lucas Celebridade, Susana Oliveira e Rafael Nolêto

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Resposta a um Medíocre

Mais um post da sessão "otários divertidos". Divirta-se analisando o discurso alienado desse mané que teve o trabalho de ir me insultar diretamente no meu scapbook do orkut. Cada um que me aparece heim...
Olha só a besteira que esse tosco escreveu (clique na imagem para ler):
E como vocês sabem que não fico calado, olha aí o que eu respondi, só pra zuar:
"Pelo menos sou uma piada, e como piada ao menos sirvo pra algo. E você que é um inútil tão patético que nem sequer consegue superar uma mera piada... talvez seja por isso que se presta ao trabalho de vir no meu scrapbook vomitar suas baboseiras e alienações. Só lamento por você... a única podridão cadavérica que vejo por aqui é seu corpo passeando pela superfície terrestre. É melhor plantar cebola berrante do que viver ocioso e com o líquido espermático lotando os espaçamentos cerebrais... vai procurar o que fazer mané..."


Patético não é? Mas infelizmente idiotas estão em todos os lugares... nessas horas me pergunto... "cadê meu cachecol"...kkk

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Casal de Vampiros Anêmicos

Na foto acima, Eu e Isabel Oliveira. A foto lembra o cartaz de um conhecido filme, não é? Sabe que filme é?

sábado, 29 de maio de 2010

Um dia de "Cientista"

Nesta sexta-feira (28) participei de uma dramatização na UESPI, em um trabalho sobre jornalismo científico. Representei um cientista e contracenei com Elaine de Moura, que representou uma jornalista (o que ela já é na vida real!rs). Abaixo, alguns momentos da peça.