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domingo, 30 de março de 2025

O Patriarca da Família Nolêto no Brasil

Raymundo Nolleto
Há alguns anos iniciei uma jornada de pesquisa para entender melhor minhas raízes e a história da família Nolêto. Sempre me fascinou a ideia de descobrir de onde viemos, quem foram aqueles que nos antecederam e como suas trajetórias moldaram o que somos hoje. Foi assim que, através de plataformas como My Heritage e Geni.com, pude reunir informações valiosas sobre um de nossos ancestrais mais distantes: Raymundo Guilherme Pinheiro Nolleto, meu heptavô paterno.

Raymundo nasceu por volta de 1770 em São Salvador, Ílhavo, Aveiro, Portugal. Descrito como um jovem forte, atarracado, de cabelos louros e olhos azuis. Ele serviu como alferes da Coroa Portuguesa, na "Casa da Torre de Garcia d'Ávila" (Bahia), após cruzar o Atlântico e se estabelecer no Maranhão, ainda no século XVIII. No Brasil, casou-se com Nicotária Raymunda da Silva Coelho, uma mulher de família sertaneja, e juntos deram início a uma vasta descendência.

A história da família Nolêto fincou raízes nos sertões do sudeste maranhense, especialmente na região de São João dos Patos. Com o tempo, os descendentes de Raymundo e Nicotária se espalharam por todo o Maranhão e, mais tarde, por diversos estados do Brasil. Hoje, somos uma família numerosa, cuja trajetória reflete a força e a resiliência de nossos antepassados.

Raymundo e Nicotária tiveram nove filhos, que também se casaram e tiveram muitos filhos, aumentando, em poucos anos, o número dos descendentes daquele cidadão Português. No Maranhão, a família residiu inicialmente em uma fazenda no lugar que passou a se chamar Jatobá dos Nolêtos. Conforme a família crescia, os descendentes começaram a buscar novos espaços, que teriam que ser grandes, pois sua principal atividade era voltada para a agricultura.

Ao longo dos anos, os Noletos buscaram cidades já formadas como Carolina, Balsas, Riachão; outros buscaram mais distantes no próprio estado e em estados vizinhos como Goiás e Tocantins. Um dos locais mais colonizados por membros da família foi a região onde hoje está a cidade de São João dos Patos (MA).

Em minhas pesquisas, também tomei conhecimento que a linhagem dos Nolêtos saiu originalmente da Itália, passando por um longo caminho até chegar ao Brasil. Teria levado cerca de cinco séculos para a família deslocar-se de Pontremoli, na atual província de Massa – Carrara, região da Toscana na Itália até a cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos, ainda com apenas 270 anos. Acredita-se que entre 1370 a 1758, os Nolêtos viveram na Itália, nas regiões da Emília-Romana, da Toscana, de Abruzza e da Ligúria. neste tempo o apelido era Noceto, referente à cidade de Noceto, ao norte da Itália na região da Emília-Romagna, atualmente província de Parma.

Possivelmente os Nolêtos são descendentes dos Nocetos, cuja grafia passou a ser variável entre: Nolleto, Nolêto, Noleto. Há registros de várias famílias Nocetos que migraram para outros países europeus como: Espanha (Catalunia), França e Portugal, se espalhando posteriormente para várias partes do mundo, inclusive pelo Brasil. 

Uma das partes mais emocionantes dessa pesquisa que fiz foi reunir todas as descrições que encontrei sobre Raymundo e, a partir delas, recriar sua imagem. A ilustração que compartilho nesta postagem é o resultado de anos de busca, um esforço para dar um rosto àquele que está no início de nossa linhagem no Brasil. Poder ver e compartilhar essa representação com outros membros da família é uma alegria imensa, pois reforça nosso vínculo e o respeito por nossa ancestralidade.


Honrar aqueles que vieram antes de nós é mais do que um exercício de memória; é um caminho para compreender melhor quem somos. Conhecer a história de Raymundo me fez perceber que carregamos em nosso sangue não apenas os traços físicos, mas também a coragem e a determinação que permitiram que nossa família crescesse e prosperasse ao longo dos séculos. E que essa história continue a ser contada, celebrada e compartilhada entre nós!


Observando o brasão ao qual tive acesso, analisando os elementos da heráldica, concluímos que a pomba é o símbolo clássico da Bahia, constando no brasão de armas da Bahia desde 1549, quando de sua fundação por Thomé de Souza. Foi na Bahia que Raymundo chegou, se firmando na Casa da Torre. Já a estrela caudata representa uma estrela com cauda de cometa, associada à missão de conduzir, sinalizar, o que está ligado também à missão de Raymundo ao seguir pelo sudeste maranhense com a missão de povoar a região. O barco, presente no brasão de Ílhavo, S. Salvador (Portugal), representa as navegações e migrações; foi desta região que Raymundo saiu de Portugal. Já a torre, acredito que esteja ligada possivelmente à Casa da Torre Garcia D'Ávila (Bahia), de onde partiram as missões de colonização. Em relação às cores, temos neste brasão a cor vermelha, também conhecida como gules ou goles, que simboliza coragem, valor, grandeza, sacrifício, derramamento de sangue, guerras e vitórias. Já a cor azul significa alegria, lealdade, sabedoria, harmonia, tranquilidade, serenidade, céu e mar.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Visita ao Santuário da Finada Alice

Na localidade Estiva, Zona Rural do município de Uruçuí (Piauí), encontramos o Santuário da Finada Alice, mulher que foi vítima de um crime cometido pelo próprio marido e, após sua morte, foi consagrada como Alma Bendita pelo povo da região. Muitos a consideram capaz de realizar milagres e lhe nutrem devoção.
Nascida em 1927, Alice Gomes de Almeida se envolveu ainda bem jovem com um rapaz de comportamento violento, com quem casou e morou durante alguns anos. Inconformada com o comportamento agressivo do esposo, Alice decidiu se separar. Ao comunicar sua vontade de encerrar a relação, o marido se revoltou e assassinou jovem, ocultando seu corpo num lugar conhecido como "Cova do Tatu".
Morta em 1955, o corpo de Alice só foi encontrado dias depois de seu assassinato, sendo sepultado pela família, com a ajuda de moradores. Com o passar do tempo, comovidos com a dramática história de Alice, alguns populares começaram a oferecer velas em honra à sua alma, obtendo inúmeras graças e milagres.
No mesmo local onde o corpo foi encontrado, foi construída uma humilde capelinha, onde até hoje os seus devotos depositam pedidos, ex-votos e agradecimentos. Ao redor do santuário, existe um pequeno cemitério.
Dentro da capelinha é possível encontrar muitos objetos colocados como símbolos representativos de pedidos e agradecimentos, a exemplo de trabalhos de conclusão de curso, velas, imagens de santos, cabelos, flores de plástico, terços, crucifixos e outros itens. Ela costuma ser evocada para auxiliar em curas, nos estudos, em questões familiares e de relacionamento, dentre outras causas variadas.

A seguir, um vídeo que gravei durante minha passagem pelo local.

 

A seguir, algumas fotos que registrei do santuário da Finada Alice.

Capelinha de Alice rodeada pelo pequeno cemitério rural

Altar dedicado a Alice, no interior da Capelinha.

Restos de velas acesas pelos devotos da Finada Alice


Altar, no interior da capelinha


Dentro do cemitério, se destaca a Capelinha Azul dedicada à Finada Alice


Estrada de Acesso ao Santuário

sábado, 21 de setembro de 2013

O "outono" piauiense

No "outono piauiense" as plantas ficam secas e as folhas das árvores começam a cair ao chão. O Outono começa dia 21 ou 22 Setembro e acaba dia 21 ou 22 de Dezembro, durando 3 meses. A paisagem começa a mudar e fica cada vez mais seca nas regiões de caatinga, com poucas árvores que continuam verdes, como a carnaúba, a algaroba e o cajueiro.

Na mata de cocais, as palmeiras de buriti, carnaúba, tucum, babaçu e macaúba permanecem verdes, resistindo ao sol escaldante e ao vento seco que se torna mais intenso. As frutas típicas dessa estação são a maga e o caju. Árvores caducifólias como o angico e o pau-ferro perdem as folhas e ajudam a pintar a paisagem com o cinza dos troncos desnudos.

É uma época em que é necessário abrir mão de coisas superficiais e ter foco no que é realmente importante, para que se possa sobreviver a fase de seca e voltar a ter toda a exuberância com o retorno das chuvas, em dezembro.


No sertão piauiense, o verde vai sumindo

Em Esperantina (PI), as folhas caem para resistir ao tempo quente e seco

Em Simplício Mendes (PI), apenas as árvores mais resistentes permanecem verdes

Em Bom Jesus (PI), o cinza toma conta da paisagem

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Igreja de Nossa Senhora das Graças

Em uma de minhas passagens pela bela cidade de Parnaíba, no litoral piauiense, fiz alguns registros da Catedral de Nossa Senhora das Graças, um dos cartões postais da cidade. A igreja apresenta características arquitetônicas no estilo barroco, com duas portas com pedra nobre de Cantaria e a porta principal que ostenta uma rosa de estrela.

A pintura do forro do telo é belíssima, mas não é original. A pia batismal também é de pedra (Cantaria). O altar de Nossa Senhora da Graça foi construído em Parnaíba por João Paulo Loyne e possui uma imagem barroca portuguesa, com pedestal “Rococó”. Na Capela do Santíssimo Sacramento encontram-se os restos mortais da família Dias da Silva. A igreja é cheia de restos mortais de personalidades, espalhados pelo chão e pelas paredes.



























domingo, 8 de abril de 2012

Sexta feira 13, dia de Azar?

A próxima sexta-feira cai no dia 13 de abril, e para muita gente o dia carrega um simbolismo muito tenebroso, o pior é que muita gente teme a data e nem sabe explicar o porquê.
Treze pra mim é um número de sorte, nada tem a ver com crenças de azar. Alguns estudiosos defendem que as sextas-feiras, na antiguidade clássica, eram dedicadas ao culto de Hécate, antiga Deusa considerada senhora das encruzilhadas e da feitiçaria, o que acaba relacionando a data à magia e as coisas ocultas. 
A sexta-feira treze como um dia relacionado a negatividade e a má sorte provavelmente tem origem na mitologia cristã, pois há quem defenda que a última ceia de Cristo foi numa sexta-feira, com 13 convidados à mesa, sendo que o 13º teria sido Judas, o famoso "traidor", desde então o número treze foi ligado aos eventos ruins e coisas negativas. 
Para alguns pagãos, o número é associado às 13 lunações anuais, sendo portanto um número bem positivo. Pra mim, particularmente, é uma data de sorte a alegria, como todos os dias devem ser. Então nada de se trancar em casa, ficar com medo de tudo e enxotar gatos pretos por aí heim! 
Só somos capazes de atrair e fortalecer energias que alimentamos, através das nossas crenças, por isso, é melhor crer na sexta-feira 13 de sorte do que numa data relativa ao azar, não é mesmo?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

As Virtudes Romanas

Como pesquisador e amante da cultura romana, pude perceber o quanto são "escondidas" as fontes das quais podemos extrair informações sobre um comportamento ético padronizado por parte dos romanos. Falar em padrão é muito complexo em uma sociedade onde a diversidade era característica marcante.

Apesar da ideologia religiosa romana não difundir um conjunto de preceitos morais fixos exigidos de seus adeptos, ou demonstrar uma clara separação entre bem e mal, os romanos possuíam sim, um conjunto de virtudes que formavam a chamada "Via Romana". Conjunto de virtudes que dava um direcionamento comportamental para os membros da antiga religião de roma. 

As virtudes romanas eram divididas em dois grupos. O primeiro grupo era composto por virtudes familiares (ou pessoais) e o segundo grupo era composto pelas virtudes políticas (ou públicas). Abaixo, vamos conhecer um pouco das virtudes romanas.

Senatus Populusque Romanus (O senado e o povo romano)
Virtudes Familiares ou Pessoais:

Auctoritas: "Autoridade Espiritual". O sentido da função social de alguém, construída através da experiência.
Comitas: "Humor". Boas maneiras, cortesia, amizade.
Clementia: "Favor". Suavidade e gentileza.
Dignitas: "Dignidade". Um senso de autoestima, orgulho, amor própio.
Firmitas: "Tenacidade". Força mental, habilidade para defender uma proposta.
Frugalitas: Temperança, economia e simplicidade, sem chegar a ser miserável.
Gravitas: A noção de importância de um determinado assunto, responsabilidade, seriedade e determinação.
Humanitas: "Humanidade". Refinamento, civilidade. Aprender e possuir cultura.
Industria: "Trabalho duro".
Pietas: "Submissão". Respeito pelas hierarquias da ordem social, política e religiosa. Inclui as ideias de patriotismo e devoção.
Prudentia: "Prudência". Planejamento, sabedoria e discrição pessoal.
Salubritas: "Saúde". Saúde e limpeza.
Severitas: "Severidade". Auto controle.
Veritas: "Verdade". Honestidade em relação a tudo.


Virtudes Políticas o Públicas:

Abundantia: "Abundância, Plenitude". O ideal de ter comida e prosperidade suficientes para todos os segmentos da sociedade.
Aequitas: "Igualdade". Justiça e igualdade tanto dentro do governo como entre as pessoas.
Bonus Eventus: "Boa sorte"
Clementia: "Clemência". Favor e solidariedade, mostrada ao resto das nações.
Concordia: "Concórdia". Harmonia entre o povo romano, e também entre Roma e as outras nações.
Felicitas: "Felicidade, Prosperidade". Uma celebração dos melhores aspectos da sociedade romana.
Fides: "Confiança".
Fortuna: "Fortuna, Sorte". Um agradecimento aos acontecimentos positivos.
Genius: "Espírito de Roma". Agradecimento ao espírito combinado de Roma, e de suas pessoas.
Hilaritas: "Alegria, jovialidade". Expressão dos momentos felizes.
Justica: "Justiça". Como expressa por leis e governos sensatos.
Laetitia: "Contentamento, felicidade". Celebração do agradecimento, geralmente pela solução de crises.
Liberalitas: "Liberalidade". Dar generosamente.
Libertas: "Liberdade" Uma virtude que todas as culturas aspiraram.
Nobilitas: "Nobreza". Ações nobres dentro da esfera pública.
Ops: "Riqueza". Reconhecimento da prosperidade do mundo romano.
Patientia: "Paciência". A habilidade necessária para superar momentos tempestuosos e de crise.
Pax: "Paz". Uma celebração de paz dentro da sociedade e entre as nações.
Pietas: "Piedade". As pessoas prestando honras aos Deuses.
Providentia: "Providência". A habilidade da sociedade Romana de sobreviver a desafios e manifestar um grande destino.
Pudicita: "Modéstia, pudor". Una expressão pública contra a acusação de "corrupção moral" da Roma Antiga.
Salus: "Saúde". Preocupação com o bem estar e a saúde pública.
Securitas: "Seguridade". Governo eficiente que mantenha a paz.
Spes: "Esperança". Especialmente em tempos de dificuldades.
Uberitas: "Fertilidade". Particularmente em relação a agricultura.
Virtus: "Coragem". Especialmente dos líderes da sociedade e do governo.

As virtudes acima eram muito difundidas em bem vistas entre os romanos, que as viam não como apenas uma lista de obrigações ou determinações de um comportamento "certo", mas sim como um sinônimo de nobreza e valor. É como se o cumprimento das virtudes fosse uma demonstração de valor e nobreza que os romanos seguiam não por temer "punições" ou "julgamentos", mas sim por uma questão de busca pessoal para o amadurecimento humano e social, algo que eu, bem como diversos outros membros do movimento cultural (e religioso) de reconstrucionismo romano, buscamos resgatar.
Outro conceito difundido na Roma Antiga era "Devotio", termo que representava a devoção do romano, ao se entregar de corpo e alma aos seus Deuses e a sua Pátria, sendo capaz de entregar sua própria vida, se fosse o caso, em prol daquilo em que acreditava.

Que a memória de Roma permaneça viva
e que a chama divina dos Deuses
não se apague de nossos corações.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O profissional de Relações Públicas

Uma profissão relativamente nova, ainda desconhecida ou pouco entendida por boa parte das pessoas, mas cujo profissional exerce um amplo leque de papéis dentro do setor de comunicação e administração de uma empresa ou grupo. Para falar um pouco sobre o papel de um relações públicas, resolvi fazer essa postagem, como uma forma de explanar até mesmo aos interessados em seguir por esta área.

Dia 02 de dezembro é a data nacional dedicada ao profissional de relações públicas. Cabe a esse profissional desenvolver importantes funções administrativas onde busca avaliar as atitudes públicas e identificar as diretrizes e a conduta individual ou da organização na busca do interesse público. 

Além disso, o RP também é responsável por planejar e executar um programa de ação para conquistar a compreensão e aceitação pública. Entre os profissionais de RP, quando se fala em compreensão mútua, se busca estabelecer uma relação harmoniosa tanto da empresa (ou grupo) com o público externo como também da empresa (ou grupo) com os integrantes da mesma, ou seja, os funcionários e colaboradores. 

Toda empresa funciona como uma grande máquina, onde cada funcionário e colaborador representa uma engrenagem; se uma peça apresenta defeito ou problema, toda a máquina é comprometida. Tendo como base esse exemplo meio grosseiro, podemos representar o profissional de relações públicas como aquele que percebe o(s) problema(s) da máquina e desenvolve ações para resolvê-lo, fazendo consequentemente com que toda a máquina funcione bem novamente.

Uma das atividades do RP é planejar, implantar e desenvolver o processo total da comunicação institucional de um grupo, buscando estabelecer estratégias para uma fluente e positiva interação com os diversos públicos, membros da empresa e público externo, ordenando assim todos os seus relacionamentos e contribuindo para uma comunicação eficaz que resulte em benefícios, inclusive econômicos, para o grupo.

O relações públicas tem a opinião pública como objeto de trabalho direto, ou seja, esse profissional precisa conhecer a esfera pública, as funções sociais, políticas, empresariais e mercadológicas, o poder dos veículos de comunicação e sua influência na formação da imagem pública, os mecanismos de formação da imagem publica. Além disso, se faz fundamental conhecer os meios de resolver conflitos organizacionais que eventualmente possam surgir, ou até mesmo estar preparado com tranqüilidade e criatividade para lidar com a elaboração de saídas para situações conflituosas imprevisíveis. 

O RP deve ser um profissional equilibrado, que pense de forma coletiva e que busque gerar uma compreensão mútua e uma convergência de interesses para que todos os componentes da empresa trabalhem para o crescimento e fortalecimento da mesma. Como o próprio nome diz, relações públicas é uma função que lida com relacionamentos, e a chave para o sucesso desse profissional é exatamente fazer com que todos os relacionamentos institucionais contribuam para o sucesso do grupo.